Crónicas do autor:

Porquê a admiração?

Não é facilmente compreensível a admiração que atravessou o país de lés a lés pelo que aconteceu sucessivamente em (1º) Pedrogão; (2º) Tancos; (3º) a resposta do governo; e finalmente (4º) a sua matemática. Vamos por partes.
Nota de fecho

As galinhas de Fidel não põem ovos

A recente notícia de que o salário médio mensal em Cuba tinha subido para 25 euros (...), recordou-me Juan Sánchez, guarda-costas de Fidel Castro durante 17 anos e que morreu duas semanas após a publicação das suas memórias, vítima de uma inesperada ...

Oito (óbvios) factos e uma (simples) pergunta

Primeiro: Portugal é um paradoxo. Por um lado, tem tudo para ser dos países mais ricos do mundo: 1) localização central entre as duas zonas mais ricas, 2) pertencendo à mais rica de todas (em valor absoluto), 3) décima primeira maior zona marítima, ...

Prospect theory

O nobel da economia Kahneman (ganho pelo seu trabalho com Tversky entretanto falecido), veio comprovar empiricamente as generalizadas suspeitas de todos com dois dedos de testa e bom senso, relativas à teoria económica tradicional.

Shevardnadze

Sobre a União Soviética: “Tornámo-nos numa superpotência devido apenas ao nosso poder militar. Mas gastávamos em termos de % do PIB 2,5 vezes mais que os EUA.

As perguntas

As perguntas são mais importantes que as respostas. Por duas razões. Primeiro, porque as perguntas ficam enquanto as respostas vão evoluindo à medida que o mundo muda todos os dias.

A não competitividade da União Europeia

No dia 16 de Fevereiro a AEP organiza uma conferência sobre este tema com presidentes dos melhores think tanks europeus. Vejamos a razão. O problema. As causas. As soluções. E a importância.

As Crónicas da Vida Económica (2007-2016)

Por iniciativa de João Luís de Sousa, director deste jornal e José António de Sousa, Presidente da Liberty Seguros, foi colocada no mercado uma colectânea das crónicas desta secção publicadas na última década em defesa da liberdade económica.

Príncipes da medicina

Este livro de Mário Cordeiro recorda-nos verdades frequentemente esquecidas. Algumas gerais da vida, outras da História de Portugal e outras ainda específicas à inovação.

De Max Weber a Bill Gates

Até à reforma, a religião cristã derivou para diferenciar devoção e sucesso material. O juro, era desencorajado. Os ricos, vistos com suspeita. E a recompensa só no pós-morte.

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